Tenha fé em algo maior, tenha fé em DEUS , isso basta.

De Ijuí à BC, Camboriú e Tijucas, Rio Grande do Sul, Brazil
Ame-se acima de tudo e de todos. Cuide-se bem, porque só você pode fazer isso. Entenda que os obstáculos existem, mas ninguém disse que seriam intransponíveis. Corra atrás dos seus sonhos, mas não viva no fantástico mundo da fantasia. Mantenha os pés no chão e saiba ser humilde. Ajude o próximo. Chore se sentir vontade. Sorria com intensidade. Liberte-se das falsas amarras. Não deixe que lhe digam como você deve ser e o que tem que fazer. Siga os seus instintos. Acha que está fazendo tudo errado? Comece de novo. Volte à estaca zero e siga o caminho que melhor lhe aprouver. Tire essa venda dos olhos e olhe melhor ao seu redor. Enxergue o que os outros vêm. Chega de enganar-se. Viver é duro, é complicado, mas necessário. Crescer não é fácil, mas uma hora todo mundo passa por isso. Uma, duas, quantas quedas serão necessárias para se aprender a caminhar? Não sei! Sei que caio até hoje, mas nada me impede de levantar e continuar seguindo em frente. fonte;http://webtextos.blogspot.com

15 de março de 2011

Nível de radiação sobe e já "pode prejudicar a saúde"

O governo japonês admitiu nesta terça-feira (15) que os níveis de radiação após as explosões na usina nuclear de Fukushima Daiichi já podem afetar a saúde humana.

O porta-voz do primeiro-ministro, Yukio Edano, disse que os níveis mais altos de radiação foram detectados na usina e que "quanto maior a distância da usina e do reator, menores devem ser a radiação".

Um pouco mais cedo, o primeiro-ministro Naoto Kan pediu àqueles que vivem a menos de 30 km da usina que não saiam de casa. Kan também determinou que os moradores que ainda estão a menos de 20 km da usina deixem o local.
"Ainda há um risco muito alto de que mais radiação vaze", disse Kan em um pronunciamento exibido na televisão japonesa.

O temor de que possa haver o derretimento dos núcleos dos reatores do complexo nuclear, que fica 250 km a nordeste de Tóquio, aumentou após uma nova explosão na manhã desta terça-feira (horário do Japão), a terceira desde o terremoto que atingiu o país há quatro dias.

A explosão ocorreu no reator 2, que os engenheiros tentavam estabilizar, já que outros dois reatores já haviam sofrido explosões.

A empresa que opera a usina, Tokyo Electric Power (Tepco), informou que o nível de radiação no local está elevado. Uma hora de exposição à radiação agora supera em oito vezes o limite legal de exposição à radiação em um ano.

Um incêndio no reator 4 nesta terça-feira também teria levado a vazamentos radioativos.

Segundo a agência de notícias japonesa "Kyodo News", foram detectados níveis de radiação mais altos ao sul de Fukushima. Em Tóquio, os níveis estariam acima do normal, mas sem apresentar riscos à saúde, segundo o governo.

Radiação

Na manhã de segunda-feira, uma explosão no reator número 3 da usina deixou 11 feridos, um deles em estado grave. A explosão foi sentida a 40 quilômetros da usina e fez com que uma imensa coluna de fumaça tomasse o local.

Já a primeira explosão ocorreu no sábado, quando o reator 1 teve problemas. Desde então, foram retiradas cerca de 185 mil pessoas de um raio de 20 quilômetros da usina e 22 estão sob tratamento por exposição à radiação.

As explosões foram precedidas por problemas no sistema de resfriamento dos reatores, que pararam de funcionar em consequência do terremoto de magnitude 8,9 que atingiu o país na sexta-feira, seguido por um tsunami.

As explosões em Fukushima causaram preocupação em diversos países do mundo com suas próprias instalações nucleares.

Os governos da Índia, Alemanha, Suíça e Áustria também anunciaram mudanças em seus programas nucleares.

Desabrigados

Mais de 2,4 mil pessoas morreram em consequência do terremoto e do tsunami no Japão, mas estimativas indicam que o total de mortos no desastre pode ultrapassar 10 mil.

Mais de 500 mil pessoas estão desabrigadas, enquanto dois milhões de residências permanecem sem eletricidade e quase o mesmo número, sem água.

Um funcionário da Cruz Vermelha em Otsuchi no nordeste do Japão disse à BBC que metade da população está desaparecida e os demais estão em estado de choque, tentando encontrar alimentos e se proteger do frio.

O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, disse que o desastre mergulha o país "na crise mais grave desde a Segunda Guerra Mundial".

Estimativas preliminares elevam os custos de recuperação da tragédia em dezenas de bilhões de dólares - um forte golpe para o país, em um momento em que a economia mundial dá sinais de retomada.

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“ Não te deixes abalar pelo fato de um dia teres demonstrado os teus sentimentos para quem não soube valorizá-los...
Às vezes construímos pequenos sonhos em cima de grandes pessoas, mas com o passar do tempo, percebemos que grande mesmo eram os sonhos, pois as pessoas eram pequenas demais para eles...”O que importa é que soubeste assumi-los sem medo e essa pessoa um dia vai ver o quanto perdeu...

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No ano passado, por Mário Quintana

No ano passado...
Já repararam como é bom dizer "o ano passado"? É como quem já tivesse atravessado um rio, deixando tudo na outra margem...Tudo sim, tudo mesmo! Porque, embora nesse "tudo" se incluam algumas ilusões, a alma está leve, livre, numa extraodinária sensação de alívio, como só se poderiam sentir as almas desencarnadas. Mas no ano passado, como eu ia dizendo, ou mais precisamente, no último dia do ano passado deparei com um despacho da Associeted Press em que, depois de anunciado como se comemoraria nos diversos países da Europa a chegada do Ano Novo, informava-se o seguinte, que bem merece um parágrafo à parte:"Na Itália, quando soarem os sinos à meia-noite, todo mundo atirará pelas janelas as panelas velhas e os vasos rachados".Ótimo! O meu ímpeto, modesto mas sincero, foi atirar-me eu próprio pela janela, tendo apenas no bolso, à guisa de explicação para as autoridades, um recorte do referido despacho. Mas seria levar muito longe uma simples metáfora, aliás praticamente irrealizável, porque resido num andar térreo. E, por outro lado, metáforas a gente não faz para a Polícia, que só quer saber de coisas concretas. Metáforas são para aproveitar em versos...Atirei-me, pois, metaforicamente, pela janela do tricentésimo-sexagésimo-quinto andar do ano passado.Morri? Não. Ressuscitei. Que isto da passagem de um ano para outro é um corriqueiro fenômeno de morte e ressurreição - morte do ano velho e sua ressurreição como ano novo, morte da nossa vida velha para uma vida nova.