Tenha fé em algo maior, tenha fé em DEUS , isso basta.

De Ijuí à BC, Camboriú e Tijucas, Rio Grande do Sul, Brazil
Ame-se acima de tudo e de todos. Cuide-se bem, porque só você pode fazer isso. Entenda que os obstáculos existem, mas ninguém disse que seriam intransponíveis. Corra atrás dos seus sonhos, mas não viva no fantástico mundo da fantasia. Mantenha os pés no chão e saiba ser humilde. Ajude o próximo. Chore se sentir vontade. Sorria com intensidade. Liberte-se das falsas amarras. Não deixe que lhe digam como você deve ser e o que tem que fazer. Siga os seus instintos. Acha que está fazendo tudo errado? Comece de novo. Volte à estaca zero e siga o caminho que melhor lhe aprouver. Tire essa venda dos olhos e olhe melhor ao seu redor. Enxergue o que os outros vêm. Chega de enganar-se. Viver é duro, é complicado, mas necessário. Crescer não é fácil, mas uma hora todo mundo passa por isso. Uma, duas, quantas quedas serão necessárias para se aprender a caminhar? Não sei! Sei que caio até hoje, mas nada me impede de levantar e continuar seguindo em frente. fonte;http://webtextos.blogspot.com

13 de março de 2011

É hora de nanar ...

 
É hora de nanar
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É hora de nanar

por Silvia Holmes - silviaol@ig.com.br

Não são poucos os casos de pais que têm muita dificuldade em lidar com a hora de dormir dos filhos. As crianças, muitas vezes, ficam muito resistentes a ir dormir. São inúmeras situações que podem fazer a hora de dormir um momento de muitos conflitos entre pais e filhos. A pediatra e psicanalista Françoise Dolto defende que os pais devem fazer com que o filho se sinta seguro nesse momento: "Pois é sempre a segurança que se deve proporcionar à criança, para ela poder adormecer". E continua: "Essa identificação com o adulto que dorme ajuda a criança a valorizar o sono e a adormecer com toda a segurança".

Em relação à presença de brinquedos no leito, Dolto afirma: "A presença de um objeto animal, de uma boneca, também ajuda a criança a sentir-se segura. Com sua boneca, ela recria a situação mãe-filho: protegem-se mutuamente. É um objeto de transferência que faz com que não se sinta sozinha".

Quanto aos pesadelos, Divaldo Franco, ilustre palestrante espírita, afirma que podem ser restos do inconsciente, mas podem ser, também, encontros com desafetos de vidas passadas que nos aguardam além da linha do sono. Do ponto de vista psicanalítico, Dolto afirma: "Quando uma criança tem pesadelos, é porque a atividade do dia a deixou num estado de tensão, a atividade continua durante o sono e, como já não tem limites, assume formas muito fantasísticas. São projeções da agressividade oral (lobos, leões etc) quando a criança é pequena, depois projeções da agressividade captadora (ladrões de crianças) e fálicas (revólveres, fuzis etc) no período seguinte; no momento do complexo de Édipo e mais tarde, na puberdade, são os perigos para as pessoas dos pais, ou sonhos de morte, de perigos de assassínio ou de violação, ou de crimes de que se é erradamente acusado."

No caso de crianças muito agitadas, que não conseguem relaxar na hora de dormir, Dolto sugere:"Uma criança citadina nervosa às vezes tem necessidade de duas a três horas por dia de brincadeiras com água".

Divaldo Franco, no Programa Transição, afirma que é muito importante o momento que antecede o nosso adormecer. Desse modo, é muito útil fazer uma leitura edificante, uma prece, uma meditação, acalmando e programando a mente para um adormecer relaxante.

Para um melhor relaxamento para a hora de dormir, sugerimos o uso de RESCUE, Florais de Bach, associado ao WHITE CHESTNUT. Já para os pesadelos, sugerimos o uso de WALNUT associado a ASPEN.

Livros:

AS ETAPAS DECISIVAS DA INFÂNCIA - Françoise Dolto - Martins Fontes

Internet: www.programatransicao.tv.br - programa número 10.
Texto revisado

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“ Não te deixes abalar pelo fato de um dia teres demonstrado os teus sentimentos para quem não soube valorizá-los...
Às vezes construímos pequenos sonhos em cima de grandes pessoas, mas com o passar do tempo, percebemos que grande mesmo eram os sonhos, pois as pessoas eram pequenas demais para eles...”O que importa é que soubeste assumi-los sem medo e essa pessoa um dia vai ver o quanto perdeu...

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No ano passado, por Mário Quintana

No ano passado...
Já repararam como é bom dizer "o ano passado"? É como quem já tivesse atravessado um rio, deixando tudo na outra margem...Tudo sim, tudo mesmo! Porque, embora nesse "tudo" se incluam algumas ilusões, a alma está leve, livre, numa extraodinária sensação de alívio, como só se poderiam sentir as almas desencarnadas. Mas no ano passado, como eu ia dizendo, ou mais precisamente, no último dia do ano passado deparei com um despacho da Associeted Press em que, depois de anunciado como se comemoraria nos diversos países da Europa a chegada do Ano Novo, informava-se o seguinte, que bem merece um parágrafo à parte:"Na Itália, quando soarem os sinos à meia-noite, todo mundo atirará pelas janelas as panelas velhas e os vasos rachados".Ótimo! O meu ímpeto, modesto mas sincero, foi atirar-me eu próprio pela janela, tendo apenas no bolso, à guisa de explicação para as autoridades, um recorte do referido despacho. Mas seria levar muito longe uma simples metáfora, aliás praticamente irrealizável, porque resido num andar térreo. E, por outro lado, metáforas a gente não faz para a Polícia, que só quer saber de coisas concretas. Metáforas são para aproveitar em versos...Atirei-me, pois, metaforicamente, pela janela do tricentésimo-sexagésimo-quinto andar do ano passado.Morri? Não. Ressuscitei. Que isto da passagem de um ano para outro é um corriqueiro fenômeno de morte e ressurreição - morte do ano velho e sua ressurreição como ano novo, morte da nossa vida velha para uma vida nova.