Tenha fé em algo maior, tenha fé em DEUS , isso basta.

De Ijuí à BC, Camboriú e Tijucas, Rio Grande do Sul, Brazil
Ame-se acima de tudo e de todos. Cuide-se bem, porque só você pode fazer isso. Entenda que os obstáculos existem, mas ninguém disse que seriam intransponíveis. Corra atrás dos seus sonhos, mas não viva no fantástico mundo da fantasia. Mantenha os pés no chão e saiba ser humilde. Ajude o próximo. Chore se sentir vontade. Sorria com intensidade. Liberte-se das falsas amarras. Não deixe que lhe digam como você deve ser e o que tem que fazer. Siga os seus instintos. Acha que está fazendo tudo errado? Comece de novo. Volte à estaca zero e siga o caminho que melhor lhe aprouver. Tire essa venda dos olhos e olhe melhor ao seu redor. Enxergue o que os outros vêm. Chega de enganar-se. Viver é duro, é complicado, mas necessário. Crescer não é fácil, mas uma hora todo mundo passa por isso. Uma, duas, quantas quedas serão necessárias para se aprender a caminhar? Não sei! Sei que caio até hoje, mas nada me impede de levantar e continuar seguindo em frente. fonte;http://webtextos.blogspot.com

21 de outubro de 2008

Hoje recebi flores ...



  • POEMA
  • HOJE RECEBI FLORES.
  • MAIO
  • Hoje recebi flores!
  • Não é o meu aniversário
  • ou nenhum outro dia especial;
  • tivemos a nossa primeira discussão ontem à noite,
  • ele me disse muitas coisas cruéis que me ofenderam de verdade.
  • Mas sei que está arrependido e não as disse a sério,
  • porque ele me enviou flores hoje.
  • Não é o nosso aniversário ou nenhum outro dia especial.
  • JUNHO
  • Ontem ele atirou-me contra a parede e começou a asfixiar-me.
  • Parecia um pesadelo, mas dos pesadelos nós acordamos
  • e descobrimos que não é real.
  • Hoje acordei cheia de dores e com golpes em todos lados.
  • Mas eu sei que está arrependido
  • porque ele me enviou flores hoje.
  • E não é Dia dos Namorados ou nenhum outro dia especial.
  • JULHO
  • Ontem à noite bateu-me e ameaçou matar-me.
  • Nem a maquiagem ou as mangas compridas poderiam ocultar
  • os cortes e golpes que me ocasionou desta vez.
  • Não pude ir ao emprego hoje
  • porque não queria que percebessem.
  • Mas eu sei que está arrependido
  • porque ele me enviou flores hoje.
  • E não era Dia das Mães ou nenhum outro dia.
  • AGOSTO
  • Ontem à noite ele voltou a bater-me, mas desta vez foi muito pior.
  • Se conseguir deixá-lo, o que é que vou fazer?
  • Como poderia eu sozinha manter os meus filhos?
  • O que acontecerá se faltar o dinheiro? Tenho tanto medo dele!
  • Mas dependo tanto dele que tenho medo de deixá-lo.
  • Mas eu sei que está arrependido,
  • porque ele me enviou flores hoje.
  • SETEMBRO
  • Hoje é um dia muito especial: é o dia do meu funeral.
  • Ontem finalmente ele conseguiu matar-me. Bateu-me até eu morrer.
  • Se ao menos tivesse tido a coragem e a força para deixá-lo...
  • Se tivesse pedido ajuda profissional...
  • Hoje não teria recebido flores

  • Autoria desconhecida

    • ...ela sempre sonhava que iria melhorar..


    9 de agosto de 2008

    Pregos e madeira

    Pregos e Madeira

    autor desconhecido

    Havia um menino que tinha um temperamento difícil.

    Seu pai deu-lhe um saco de pregos e disse-lhe que, a cada vez que perdesse a paciência, pregasse um prego na cerca dos fundos de sua casa. No primeiro dia o menino pregou 37 pregos na cerca. Então foi diminuindo gradualmente.
    Ele descobriu que era mais fácil conter seu temperamento do que bater pregos na cerca.

    Finalmente chegou o dia em que o menino não perdeu mais a paciência.

    Ele contou isso ao seu pai, que sugeriu que agora o menino tirasse um prego da cerca para cada dia que ele conseguisse conter seu temperamento.

    Os dias foram passando e o menino pôde, finalmente, contar a seu pai que não havia mais pregos na cerca.

    O pai pegou o filho pela mão, levou-o ate a cerca e disse:

    -"Você fez bem, meu filho, mas veja os buracos na cerca. A cerca nunca mais será a mesma. Quando você fala coisas com ódio, elas deixam uma cicatriz como estas. Você pode enfiar uma faca em um homem e tira-la. Não importa quantas vezes você diga que sente muito, a ferida continuara lá. Uma ferida verbal e tão ruim quanto uma física".

    -"Amigos são jóias raras", continuou o pai. "Eles nos fazem sorrir e nos encorajam a seguir em frente. Eles nos dão ouvidos, nos consolam e sempre estão dispostos a abrir o coração para nos".

    8 de agosto de 2008

    AVÔS: Um velho amor, sempre novo...

    Copiei de um blog porque acho que é bem isso que está escrito, sinto muita saudade de meus avòs....
    Avôs: Um velho amor, sempre novo...
    Bruno Ferrari
    Como "pagar' aos meus avós por tudo o que recebi deles? Talvez a única forma de retribuir-lhes seja a de deixar esse mesmo legado às gerações futuras.
    Faz tempo deparei com um letreiro cujos dizeres me chamaram logo à atenção: "Adote um avô".
    Depois observei como este lema se transformou em: "Ajude um avozinho". Ambas as mensagens me fizeram refletir muito sobre a importância que tem a figura dos avós e sobre o amor que eles professam perante seus filhos e netos.
    Sem dúvida, para qualquer um de nós que tenhamos tido a sorte de conviver com nossos ascendentes, alguns deles representaram um elemento importantíssimo na nossa formação.
    Não faz pouco tempo, na verdade demasiados anos já se passaram, quando eu era apenas uma criança que procurava aproveitar a maior quantidade de tempo possível em companhia dos meus avós.
    Desde essa época, sempre me perguntei por que me agradava tanto a companhia deles.
    Hoje penso que teria sido provavelmente por causa da paz que os meus avós me propiciavam e pela grande sabedoria que eles sabiam e conseguiam me transmitir com base em sua experiência de vida.
    Meu avozinho, por exemplo, sabia de fato me distrair, ensinando-me ao mesmo tempo coisas tão úteis como aprender a varrer, a lavar o carro e a preparar um delicioso suco de laranja.
    Com os meus avós aprendi também a construir castelos de cartas de baralho e casinhas, com as peças do dominó, além de muitas outras brincadeiras que podem parecer, à primeira vista, nada transcendentais, mas nos proporcionam uma sadia convivência em família, partilhando momentos inolvidáveis que permanecem para sempre em nossa recordação.
    Eu poderia arrolar aqui uma lista interminável de momentos felizes, seguramente inesquecíveis. Por exemplo, o dia em que aprendi a jogar dominó, as inúmeras lições de minha avozinha para eu aprender a jogar canastra com desastrosos resultados...
    No entanto, independentemente de todos esses momentos que a gente guarda como um tesouro na vida, menciono também outra preciosidade de muito mais valor:
    Nunca poderei esquecer o inquebrantável testemunho de trabalho do meu avô, quando saía de casa bem cedinho, apoiando-se num bastão, em conseqüência de uma bala que atingiu seu joelho, causando-lhe muito sofrimento pela dificuldade em caminhar, isso ainda nos tempos da Revolução.
    Recordo-me como a avozinha se despedia dele com um carinho de dar inveja, permanecendo de pé, parada à porta da casa, por um longo espaço de tempo.
    Meu bom velhinho se virava sempre, até de bem longe, para acenar mais uma vez um adeusinho à vovó, com a segurança de revê-la, pois sabia que ela continuaria no mesmo lugar, esperando para corresponder ao seu gesto, até perdê-lo de vista no final da rua.
    Igualmente indescritível era a alegria de toda a família, quando escutávamos o toque característico que o meu avozinho nos dava, sempre que voltava do trabalho para casa.
    Todos corríamos para recebê-lo, mas sempre nos surpreendíamos com a ligeireza com que a vovó invariavelmente nos passava à frente.
    Uma coisa muito difícil, para mim, quase impossível mesmo, de recordar, é se alguma vez teria o meu avô retornado de mãos vazias. O que consigo relembrar, com muita clareza, é a figura do velhinho ao tirar o chapéu para receber, com ternura, um beijo de sua queridinha, ainda na frente da casa. Em seguida, ele começava a fazer a entrega, uma por uma, das mais variadas lembrancinhas que nos havia trazido. Às vezes eram doçuras baratas, guloseimas em forma de pequeninas peras de cor verde, até um carrinho de brinquedo ou algo parecido, em certas ocasiões.
    Isto sem precisar dizer que, invariavelmente, nunca deixava de trazer algo especial para a minha avó, alguma delicadeza que ela recebia com manifesta, irradiante alegria.
    Seus presentinhos eram coisas muito simples, mas escolhidas a dedo para desenvolver nossa inteligência e estimular a imaginação.
    Nossos avós participaram ativamente de nossa formação, de forma muito especial. Lembro-me de quando minha avó me ensinou as primeiras orações, essas que todos nós conservamos na memória.
    Recordo-me muito bem de como, pouco a pouco, ela ia plasmando, em cada um de nós, uma consciência reta, ensinando-nos a distinguir com clareza, e senso de justiça, entre o bom e o mau..
    O que nos marcou, contudo, entre todos os meus irmãos e primos, com uma indelével lembrança, conto agora:
    Todos os dias, ao anoitecer, antes de irmos dormir, minha avozinha nos acompanhava para rezarmos as nossas últimas orações e, de maneira singular, entrelaçando o espiritual e o lúdico, ela nos conduzia a um cômodo no qual foram preparadas diferentes divisões que se destinavam a cada um de nós.
    Ali, ao abrir certas portas, havia um aquário vazio, de cristal, ladeado de outros dois aquários de tamanho menor, contendo, um deles, bolinhas de gude de cor preta, e o outro, bolinhas de gude de cor branca.
    Ao passo que cada um de nós ia rezando, tinha que ir fazendo um exame de consciência. Por cada má ação que tivéssemos praticado durante o dia, devíamos depositar no aquário maior, o do meio, uma bolinha de gude de cor preta. Da mesma forma, por cada boa ação, uma bolinha de gude de cor branca. Depois disso, nós nos retirávamos para dormir.
    No dia seguinte, ao nos levantarmos, pairava sobre todos nós uma grande ilusão de podermos retornar ao mesmo cômodo da véspera, já que sabíamos que as bolinhas de gude da noite anterior haviam-se "convertido", pelas mãos de minha avó, em montículos de palha, maiores ou menores, conforme tinham sido as nossas ações do dia anterior.
    Essa palha, dia após dia, era guardada por nós mesmos, com um profundo respeito, em uma caixa grande, colocada debaixo da divisão onde se encontravam o aquário e as bolinhas de gude.
    No final do ano, e sempre em companhia dos avós, todos esperávamos com ansiedade o dia de armar o pinheiro de Natal, e sobretudo as figuras do Presépio.
    Experimentávamos, ainda que com certo constrangimento pelo tamanho dos diferentes montinhos de palha, uma enorme alegria quando cada um de nós levava o seu montante, acumulado através das boas obras praticadas diariamente no decorrer do ano inteiro, para com ele construir o presépio do Menino Jesus.
    Foi assim que aprendemos que, por cada obra má que tivéssemos praticado, ou por aquelas boas obras que tivéssemos deixado de fazer, indiretamente tornávamos menos aconchegante o presépio do Menino Deus, o que para nós significava uma tremenda responsabilidade.
    Outro dos preciosos exemplos, acredito que o mais valioso, foram-nos transmitidos pelos avós com respeito ao verdadeiro significado do amor.
    Não se trata, aqui, do "amor" como nos é apresentado atualmente pela televisão ou pelas películas de cinema, mas daquele tipo de amor que só se pode experimentar quando o casal se deixa unir pela vontade sincera de continuar amando, mesmo já tendo passado o que se convencionou chamar os "melhores momentos da vida".
    Quando a beleza física cede lugar à beleza espiritual. Quando já se perdoou tudo um ao outro e se prossegue perdoando, única e exclusivamente por amor.
    É assim que me lembro de como, ainda criança, eu deslizava sorrateiro pela casa para, secretamente, poder melhor observar meus avozinhos em seus momentos de intima convivência afetiva.
    Pouco a pouco, sem ser surpreendido, eu chegava ao ponto de me esconder detrás da porta. Do meu esconderijo, podia vê-los sentados diante de uma pequena mesa junto à janela que dava para o jardim. Era ali que eles gostavam de ficar, jogando dominó. Eu podia observar, por entre a fenda da porta, como meu avozinho tomava delicadamente a mão de sua esposa, essa outra metade de sua vida, e a acariciava com uma ternura tal que até hoje não me é possível esquecer.
    Depois, então, como se tivessem ficado noivos no dia anterior, vovô cantava para ela uma canção, com sua voz bem entoada, como se fosse o mais romântico dos homens apaixonados. Essa canção falava de uma árvore e de uma menina: a menina gravava o nome dele no tronco da árvore, e a árvore, agradecida, deixava cair uma formosa flor para ela.
    No final da canção, vovô lhe dizia ser a própria árvore, na qual ela havia gravado o nome dele, nome que ele conservava em seu tronco, perguntando-lhe o que havia feito com sua pobre flor.
    Assim é que fui observando, quase sem que me desse conta, como transcorriam os últimos dias de ambos nesse clima repleto de amor, que meus velhinhos sempre professaram entre si.
    Talvez esta tenha sido a causa, quando meu avô morreu, de não ter transcorrido mais de um ano para que minha avó o alcançasse, indo reunirse a ele para sempre.
    Ele morreu como sempre previra: "o dia em que eu já não consiga mais trabalhar, vou morrer de inatividade, porque a vida foi feita para servir, e quem não vive para servir não serve para viver".
    Durante o último ano de vida de minha avó, meu avô nunca deixou de permanecer ao seu lado, embora fosse apenas pela recordação vívida que ela fazia questão de manter: ela continuou a arrumar a cama para ele dormir, como se continuasse vivo, e preparava seu lugar à mesa, do jeito que fazia habitualmente. Às vezes a gente até a escutava conversando baixinho com ele.
    Partiram deste mundo meus avozinhos, mas só se foram corporalmente, porque seu exemplo, sua lembrança inolvidável e sobretudo seu testemunho de vida continuam ocupando, entre seus filhos e netos, um lugar muito importante, um verdadeiro exemplo a ser seguido.
    Agora eu me pergunto de que forma se poderia "pagar" a avozinhos, como os meus, o incalculável legado que nos deixaram sobre o verdadeiro sentido do amor.
    Talvez a única forma de retribuir-lhes seja a de deixar esse mesmo legado às gerações futuras. Oxalá, desta maneira, e só assim, nossos filhos e netos possam viver na própria carne "UM VELHO AMOR, SEMPRE NOVO".
    Por: Bruno Ferrari.Desarrollo y Formación Familiar, A.C. Tradução: mcferreira - Niterói, 18.04.08: 01,25h

    Publicado no Portal da Família em 09/07/2008

    Pai de todo jeito

    Tem pai que ama,
    Tem pai que esquece do amor
    Tem pai que adota,
    Tem pai que abandona,
    Tem pai que não sabe que é pai,
    Tem filho que não sabe do pai.

    Tem pai ...
    Tem pai que dá amor.
    Tem pai que dá presente,
    Tem pai por amor,
    Tem pai por acaso,
    Tem pai que se preocupa com os problemas do filho,
    Tem pai que não sabe dos problemas do filho...

    Tem pai ...
    Tem pai que ensina,
    Tem pai que não tem tempo,
    Tem pai que sofre com o sofrimento do filho,
    Tem pai que deixa o filho esquecido.

    Tem pai de todo jeito

    Tem pai que encaminha o filho,
    Tem pai que o deixa no caminho,
    Tem pai que assume,
    Tem pai que rejeita,
    Tem pai que acaricia,
    Tem pai que não sabe onde está o filho que precisa de carinho.

    Tem pai que afaga,
    Tem pai que só pensa em negócios.
    Tem...
    Tem pai de todo jeito.E você???Que tipo de pai você é?
    Eu quero um pai, apenas um pai que esteja consciente do amor que tem para dividir...Eu quero um pai, apenas um pai que seja AMIGO!

    A todos os Pais, um carinhoso abraço! Deus Pai os abençoe!
    (autor desconhecido)

    O Ítalo te disse?

    Há! Sim?

    É cuidado com as formigas doceiras....

    Rsrsrs...brincadeira.

    Eu amo o ítalo e a Thalía.

    Sou fã do Ítalo e da Thalía ...




    Minha felicidade é ver a alegria de vocês!


    Sou muito feliz porque Deus presenteou-me com o melhor presente do mundo: vocês dois!!!
    Meus filhos amo vocês!
    Ass: Débora

    7 de agosto de 2008

    MÃE E PADRASTO...

    Ei, eu sinto saudades de vocês...
    Bom passeio, divirtam-se em São Paulo
    Bom retorno, a Thalía ficou muito feliz com o bolo que ganhou dia 27.07.,ela não vai esquecer o carinho e o amor de vocês.
    Não teve festa, mas teve BOLO e essa foto.
    Ela tem um coração de ouro.

    Gente educada é outro nível...

    Muitas dessas palavras tirei da comunidade  do orkut
    Para quem respeita o próximo e faz uso dos bons princípios, do bom gosto e do bom senso. Desculpem-me os mal-educados, mas educação é fundamental!
    Se você não tolera:
    - Pessoas falando alto e falando palavrões,
    - Todo os tipos de baixarias,
    - Pessoas sem os bons e velhos princípios da educação,
    - Desrespeito aos mais velhos,
    - Maus tratos aos animais,
    - Pessoas que não sabem o que é bom senso,
    - Pessoas que não respeitam o espaço do outro,
    - Qualquer tipo de violência,
    Educação é tudo para sermos felizes.
    RESPEITO: PASSE ADIANTE!

    Feliz dia dos pais!!!!!!!!

    Para meu pai, meu padrasto que é pai 2 vezes.
    Parabéns, que vocês sejam iluminados por Deus para continuarem a ensinar com louvor.
    Para amarem sem medo de errar.
    Para encher de luz os(as) pequenos seus e os(as) grandes também.
    Felicidades e muito obrigada por vocês existirem na minha vida, pois são muito importantes para mim.
    Um beijo.
    AMO VOCÊS.
    E PARA O JONI , O DIEGO , MEUS TIOS, MEUS COMPADRES abençoado e felizz dia dos pais!
    FE-LI-CI-DA-DES!!!!!

    2 de agosto de 2008

    NÃO RECLAME....

    Se a vida parece não ter sentido...
    Não reclame, muitos queriam um dia a mais de vida.
    Se às vezes o céu não está estrelado ou de dia o sol não surgiu...
    não reclame, para muitos simplesmente ver tudo isso seria enorme felicidade.
    Se hoje suas dívidas não te deixam dormir...
    Pense bem... você pode raciocinar, parar, pensar e dar um jeito, tudo aqui se resolve...
    Você pode trabalhar...tem um corpo com saúde perfeita.
    Ninguém sorriu para você hoje?
    - E você? Já pensou em dar o primeiro sorriso há três metros de alguém? Faça isso e verás o resultado...
    Seu parente, seus amigos(as), seu pai, sua mãe, irmã(ão), tia,tio, sobrinha(o), enfim os que te são caros,já lembrou de dar um oi? Abrace, ame, viva, sorria,beije enquanto pode... amanhã pode ser tarde...
    Lembre-se que na vida existe um tempo para tudo... e nós devemos aproveitar todo tempo que Deus nos dá.
    Sem reclamar da vida... ao menos um EU TE AMO...

    1 de agosto de 2008

    ...Esqueça o álcool...

    1. Ele te faz tontear.
    2. Ele te estraga.
    3. Ele te bobeia.
    4. Ele te desorienta.
    5. Ele te faz esquecer de DEUS.
    6. Ele te vicia...
    7. ...para que sempre dependas dele...
    8. ...e dependendo dele...tu viras marionete...
    9. ...a raiva te domina, teu ser já não é mais teu.
    10. Nao reconheces a felicidade...
    11. ... e podes vir à perdê-la de vista...
    12. ...perder...perder...e quando irás recuperar?
    13. Recupera-te, torna-te sociável...
    14. ...e verás comovido que no céu, na terra em tudo era sabido o que somente você não via...
    15. ...o àlcool te bebia...
    16. ...bebia tua vida, teu amor, teus filhos, tua família.

    ...Simplesmente Débora...



    Simplesmente viver

    • para tentar...

    • ser feliz...

    • para tentar...

    • não ver o tempo passar...

    • sem que eu possa...

    • ... ao menos ser feliz...

    • ter um pouco de paz...

    • para tentar ao menos ser feliz.
    “ Não te deixes abalar pelo fato de um dia teres demonstrado os teus sentimentos para quem não soube valorizá-los...
    Às vezes construímos pequenos sonhos em cima de grandes pessoas, mas com o passar do tempo, percebemos que grande mesmo eram os sonhos, pois as pessoas eram pequenas demais para eles...”O que importa é que soubeste assumi-los sem medo e essa pessoa um dia vai ver o quanto perdeu...

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    No ano passado, por Mário Quintana

    No ano passado...
    Já repararam como é bom dizer "o ano passado"? É como quem já tivesse atravessado um rio, deixando tudo na outra margem...Tudo sim, tudo mesmo! Porque, embora nesse "tudo" se incluam algumas ilusões, a alma está leve, livre, numa extraodinária sensação de alívio, como só se poderiam sentir as almas desencarnadas. Mas no ano passado, como eu ia dizendo, ou mais precisamente, no último dia do ano passado deparei com um despacho da Associeted Press em que, depois de anunciado como se comemoraria nos diversos países da Europa a chegada do Ano Novo, informava-se o seguinte, que bem merece um parágrafo à parte:"Na Itália, quando soarem os sinos à meia-noite, todo mundo atirará pelas janelas as panelas velhas e os vasos rachados".Ótimo! O meu ímpeto, modesto mas sincero, foi atirar-me eu próprio pela janela, tendo apenas no bolso, à guisa de explicação para as autoridades, um recorte do referido despacho. Mas seria levar muito longe uma simples metáfora, aliás praticamente irrealizável, porque resido num andar térreo. E, por outro lado, metáforas a gente não faz para a Polícia, que só quer saber de coisas concretas. Metáforas são para aproveitar em versos...Atirei-me, pois, metaforicamente, pela janela do tricentésimo-sexagésimo-quinto andar do ano passado.Morri? Não. Ressuscitei. Que isto da passagem de um ano para outro é um corriqueiro fenômeno de morte e ressurreição - morte do ano velho e sua ressurreição como ano novo, morte da nossa vida velha para uma vida nova.