Tenha fé em algo maior, tenha fé em DEUS , isso basta.

De Ijuí à BC, Camboriú e Tijucas, Rio Grande do Sul, Brazil
Ame-se acima de tudo e de todos. Cuide-se bem, porque só você pode fazer isso. Entenda que os obstáculos existem, mas ninguém disse que seriam intransponíveis. Corra atrás dos seus sonhos, mas não viva no fantástico mundo da fantasia. Mantenha os pés no chão e saiba ser humilde. Ajude o próximo. Chore se sentir vontade. Sorria com intensidade. Liberte-se das falsas amarras. Não deixe que lhe digam como você deve ser e o que tem que fazer. Siga os seus instintos. Acha que está fazendo tudo errado? Comece de novo. Volte à estaca zero e siga o caminho que melhor lhe aprouver. Tire essa venda dos olhos e olhe melhor ao seu redor. Enxergue o que os outros vêm. Chega de enganar-se. Viver é duro, é complicado, mas necessário. Crescer não é fácil, mas uma hora todo mundo passa por isso. Uma, duas, quantas quedas serão necessárias para se aprender a caminhar? Não sei! Sei que caio até hoje, mas nada me impede de levantar e continuar seguindo em frente. fonte;http://webtextos.blogspot.com

13 de março de 2011

A mágoa e a perda

 
A mágoa e a perda
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A mágoa e a perda

por Silvia Holmes - silviaol@ig.com.br


Ficamos magoados quando sentimos a perda de alguma coisa. Quanto mais importante for a perda, mais profunda será a mágoa. David Viscott afirma: "Todos nós nos sentimos vulneráveis com relação a algo, e ninguém se sente totalmente seguro. Aceitar a vulnerabilidade, em vez de tentar ocultá-la é a melhor maneira de nos adaptarmos à realidade."

Geralmente, as pessoas que costumam formar laços superficiais têm muito medo de se aproximar das outras, porque temem o abandono, a traição ou a rejeição. Entretanto, o "preço a pagar" por isso é que ao afastar a dor, afasta-se também a alegria. "As pessoas que não podem aceitar a mágoa geralmente são incapazes de dar prazer." David Viscott.

Uma outra forma de disfarçar a mágoa é afirmar que ninguém poderá magoá-lo, entretanto, essa é uma maneira de dizer que você não se importa consigo mesmo ou com as pessoas que o rodeiam.

Há casos que a mágoa se torna um sintoma. A psicanálise chama de sintoma de conversão, pois a mágoa se transforma em um sintoma em alguma parte do corpo simbolicamente afetado. "Quando a dor de uma mágoa é armazenada, ela continua buscando se exprimir, mas as defesas impedem que ela o faça diretamente. Os sentimentos negativos adiados podem se unir a outros sentimentos negativos ou podem colorir sua percepção de forma que você achará alguma coisa para se sentir magoado em praticamente tudo no mundo que o rodeia. A mágoa refreada pede para ser sentida em qualquer outro lugar. A melhor maneira de sair desta situação é tentar identificar a fonte original da mágoa e sofrer em função da mágoa original."

David Viscott ensina que devemos nos perguntar: "O que foi que eu perdi?","Eu estava ciente de que isso era tão importante para mim?", "Por que não estava ciente de que era tão importante?" Viscott nos orienta que ao sermos magoados, devemos exprimir nossa dor de modo franco a quem nos magoou, dizendo-lhe: "Você magoa meus sentimentos ao agir desta maneira." Ele recomenda: "Deixe que sua mágoa se torne problema da outra pessoa, da que a provocou." Viscott alega que devemos descobrir o que significa uma perda em nossa vida, pois esse é o primeiro passo para compreendermos a dor da mágoa e, finalmente, superá-la.

Sugerimos o uso da essência floral HOLLY, Florais de Bach para a superação da mágoa e WILLOW, Florais de Bach para nos libertarmos do papel de vítima da situação.

Livro: A LINGUAGEM DOS SENTIMENTOS - David Viscott - summus editorial


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“ Não te deixes abalar pelo fato de um dia teres demonstrado os teus sentimentos para quem não soube valorizá-los...
Às vezes construímos pequenos sonhos em cima de grandes pessoas, mas com o passar do tempo, percebemos que grande mesmo eram os sonhos, pois as pessoas eram pequenas demais para eles...”O que importa é que soubeste assumi-los sem medo e essa pessoa um dia vai ver o quanto perdeu...

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No ano passado, por Mário Quintana

No ano passado...
Já repararam como é bom dizer "o ano passado"? É como quem já tivesse atravessado um rio, deixando tudo na outra margem...Tudo sim, tudo mesmo! Porque, embora nesse "tudo" se incluam algumas ilusões, a alma está leve, livre, numa extraodinária sensação de alívio, como só se poderiam sentir as almas desencarnadas. Mas no ano passado, como eu ia dizendo, ou mais precisamente, no último dia do ano passado deparei com um despacho da Associeted Press em que, depois de anunciado como se comemoraria nos diversos países da Europa a chegada do Ano Novo, informava-se o seguinte, que bem merece um parágrafo à parte:"Na Itália, quando soarem os sinos à meia-noite, todo mundo atirará pelas janelas as panelas velhas e os vasos rachados".Ótimo! O meu ímpeto, modesto mas sincero, foi atirar-me eu próprio pela janela, tendo apenas no bolso, à guisa de explicação para as autoridades, um recorte do referido despacho. Mas seria levar muito longe uma simples metáfora, aliás praticamente irrealizável, porque resido num andar térreo. E, por outro lado, metáforas a gente não faz para a Polícia, que só quer saber de coisas concretas. Metáforas são para aproveitar em versos...Atirei-me, pois, metaforicamente, pela janela do tricentésimo-sexagésimo-quinto andar do ano passado.Morri? Não. Ressuscitei. Que isto da passagem de um ano para outro é um corriqueiro fenômeno de morte e ressurreição - morte do ano velho e sua ressurreição como ano novo, morte da nossa vida velha para uma vida nova.